IDH baixo leva projeto Rondon para Peritoró

Acesso à água potável, saneamento básico, saúde e à educação. Quando a coisa vai mal em algum lugar do Brasil, o projeto Rondon descobre e se propõe a ajudar.

“Na verdade este estudo é  feito pela coordenação do Ministério da Defesa, o projeto Rondon é um projeto do Ministério da Defesa coordenado pelo Exército, Marinha e Aeronáutica e eles fazem um estudo anterior, eles identificam o IDH do município”, explicou a professora da UNIT, Ana Célia Góes.

EM PERITORÓ

Para dar o máximo de contribuição que puder, no sentido de melhorar o Índice de Desenvolvimento Humano do município o Rondon, projeto que mobiliza universidade de todo o país em torno desta causa, está aqui em Peritoró onde ficará por 15 dias. Metade de um mês de muitas atividades.

São 20 pessoas, 16  delas universitários de Sergipe e do  Paraná como Luana Henchen que trocou o conforto do lar em Pato Branco pelo planejamento no chão e depois pela  execução das ações  num lugar onde nunca esteve.

“Esse intercâmbio de informações tanto informações técnicas que a gente aprende, como, principalmente, essa lição de vida, né, (…) O contato direto com eles, poder vivenciar a realidade que eles têm que é muito diferente da nossa, é muito importante”, disse a universitária

AJUDA TÉCNICA

A equipe coordenada por professora Danielle Batistella é de uma Universidade Técnica Federal, em Peritoró terá atividades específicas dentro de diversas áreas.

Rondonistas-ensinando1Nossos temas envolvem a parte de comunicação pra fazer uma análise da comunidade, temos oficina que envolve a parte ambiental de saneamento com construção de fossas sépticas, oficinas que envolvem a área de agronomia, construção de hortas comunitárias, sistema de irrigação e oficinas que envolvem a parte de química, tratamento de  água, fabricação de sabão caseiro”

Nós encontramos a equipe de Raquel Choucair ministrando uma oficina sobre trânsito para crianças, fazendo-as interagir para entender o conteúdo e cobrar dos pais ao voltarem pra casa. E até o fim da jornada muito mais oficinas serão realizadas.

“Tem um pedagogo com a gente que vai trabalhar com os professores daqui, tem atividade física que vai ser praticada (…) e tem a parte do Direito, a gente vai abordar o direito da mulher, a proteção da mulher”, destacou Raquel

 OBJETIVO

O Rondon existe desde a década de 1960, teve atividades interrompidas, mas voltou em 2004 e nunca mais parou. Como professora Cláudia Moura reconheceu – não dá pra resolver os problemas de Peritoró em 15 dias, mas a contribuição do projeto vai ficar.

  “A finalidade de tudo isso é plantar uma semente no município. A gente não resolve os problemas em 15 dias, as oficinas têm como foco sempre os agentes multiplicadores, quem são estes agentes multiplicadores? Os professores, os gestores, os profissionais de área de saúde, os agentes comunitários de saúde, agentes de endemias e as crianças”, concluiu.

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